Médicos americanos esperavam uma ‘epidemia’ de ‘bebês do crack’. Expectativas de problemas médicos não se confirmaram.
Não haveria nada de notável sobre essas duas garotas normais e felizes se não fosse pela história de sua mãe. Yvette H., 38 anos, admite ter usado cocaína (juntamente com heroína e álcool) enquanto estava grávida das duas meninas. “Uma viciada em drogas”, diz ela, com arrependimento, “não está muito preocupada com o bebê que carrega.”
Quando o uso do crack se tornou uma epidemia nacional nas décadas de 80 e 90, existia um temor generalizado de que a exposição pré-natal à droga produziria uma geração de crianças severamente afetadas. Jornais publicavam manchetes como “Cocaína: Um Brutal Ataque a Uma Criança”, “O Preço do Crack Para Bebês: Um Futuro sem Esperanças” e “Estudos: Gélido Futuro Para Bebês do Crack.”
No entanto, agora os pesquisadores estão sistematicamente acompanhando crianças que foram expostas a cocaína antes do nascimento, e suas descobertas sugerem que as encorajadoras histórias das filhas de Yvette H. estão longe de ser incomuns. Até agora, dizem esses cientistas, os efeitos de longo prazo dessa exposição no desenvolvimento cerebral e no comportamento das crianças parecem relativamente pequenos.
A cocaína é indubitavelmente ruim para o feto. Porém, especialistas dizem que seus efeitos são menos severos que os do álcool e se comparam aos do tabaco – duas substâncias legais, utilizadas com muito mais frequência por mulheres grávidas, apesar das advertências médicas.
Pesquisas do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, em 2006 e 2007, descobriram que 5,2% das mulheres grávidas relataram ter usado alguma droga ilícita, em comparação com 11,6% para álcool e 16,4% para tabaco.
“O argumento não é de que está certo usar cocaína na gravidez, nem que está certo fumar na gravidez”, diz Deborah A. Frank, pediatra da Universidade de Boston. “Nenhuma das duas drogas é boa.”
No entanto, o uso de cocaína na gravidez foi tratado mais como um assunto moral do que de saúde, disse Frank. Mulheres grávidas que usam drogas ilegais muitas vezes perdem a custódia de seus filhos. Durante os anos 90, muitas foram julgadas e presas.
VICTÓRIA RÉGIA. Socióloga, assessora da Secretaria de Formação do SEEB e integra a coordenação do Coletivo de Mulheres do SEEB/CE . Atuando nas áreas de formação sindical, economia solidária e autogestão dos Trabalhadores.
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ERISMAR CARVALHO. Geógrafo e Funcionário da secretaria de Formação do SEEB. Atua na Comissão de Conciliação Prévia do Banco do Brasil, no Coletivo de Gênero, Raça/Etnia e Diversidade Sexual e no Grupo de Estudos Sócio-Políticos do SEEB/CE.
Minha mulher está no terceiro mês de gestação e não larga o cigarro, pior, ela está fumando mais do que antes e de maneiras que eu acredito serem mais prejudiciais: Em jejum,antes de dormir,sem se alimentar… São vários cigarros logo após acordar, sem comer nada! Sabemos que ela faz isso para nos contrariar e não podemos fazer nada. Quando digo nós falo de mim e dos meus dois enteados, da mãe dela e da minha família. Não sei mais o que fazer, estou ficando louco de pensar que meu filho vai ter problemas graves de saúde por causa da irresponsabilidade e capricho da minha uma mulher.Pelo amor de Deus, alguém me ajude!! Ela se chama Carla, trabalha na FIERGS e seu E-mail è carlalopes12510@hotmail.com -Se alguém ler essa e tiver alguma ajuda pra me dar serei muitissimo agradecido. Obrigado.