Seminário: Para entender a CRISE e Construir Alternativas Políticas

27 11 2008

O Sindicato dos Bancários do Ceará convida os bancários e toda a sociedade para o Seminário “Para Entender a Crise e Buscar Alternativas Políticas”.

Com esta iniciativa pretendemos contribuir para que os trabalhadores e a sociedade, em geral encontrem alternativas próprias e à altura do tamanho das questões conjuntas como estão postas.

Para este primeiro momento de diálogo, contaremos com a presença do professor Francisco José Soares Teixeira (UECE/UNIFOR), do jornalista e dirigente do PCdoB, Dilermando Toni e do economista Sérgio Mendonça (DIEESE Nacional).

Data: 06 de dezembro de 2008 (sábado)                                   

Horário: 16 horas

Local: Hotel Brasil Tropical Residence (Av. Abolição, 2323 – Meireles)

 

EVENTO ABERTO AO PÚBLICO





E agora, Bradesco?, pergunta o mercado

27 11 2008

Banco é alvo de rumores, como a compra do Citi no País

Os principais executivos do Bradesco andam incomodados por uma cobrança insistente. Desde a união entre Itaú e Unibanco, quando o Bradesco perdeu o distintivo de maior banco privado do país, a praça financeira especula qual será seu próximo passo. Vai comprar algum banco? A aposta, ontem, era que ele pretende comprar as operações do Citigroup no Brasil. Ou vai aceitar que ficou para trás e tocar a vida do jeito que está? “Não vejo o Bradesco comprando por comprar”, disse ontem Domingos Figueiredo de Abreu, diretor-executivo do banco.

O discurso na Cidade de Deus, sede do Bradesco, é de que a instituição não fará loucuras para dar o troco no Itaú – comprando outras instituições a qualquer preço.De acordo com esse raciocínio, o banco tentará crescer abrindo mais agências e captando novos clientes. “É claro que a gente gostaria de comprar e crescer rapidamente. Mas comprar o quê? Não há mais banco razoável para adquirir”, diz outro executivo, que prefere não ter seu nome citado.

A versão corrente no mercado, no entanto, é que o Bradesco negocia com o Citi. Os dois lados negam. Mas, na semana passada, um dos principais executivos do Bradesco, do time que normalmente participa das aquisições do banco, esteve na sede do Citi, em Nova York. O Bradesco nega que tenha interesse no Citi e afirma que o executivo que foi a Nova York estava lá para fazer apresentações de rotina a investidores.

Nos últimos meses, o Bradesco iniciou conversas com o banco Votorantim, da família Ermírio de Moraes, mas considerou o preço alto demais. Avaliou também a possibilidade de negociar a aquisição do banco Safra. A idéia surgiu em outubro, quando o Bradesco negociou uma carteira de crédito do Safra, de R$ 1 bilhão. Na ocasião, entendeu-se que a maior atração da instituição é seu dono, o banqueiro Joseph Safra, e sem ele seria difícil manter todos os clientes. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Bradesco afirmou ter investido até agora R$ 6, 2 bilhões na compra de carteiras de crédito.

O principal problema do Bradesco é que a oferta de instituições que ele poderia adquirir hoje é mínima. Por isso, por mais bancos que compre, será difícil encurtar a distância em relação aos concorrentes da frente. Terceiro maior banco do País, o Bradesco tem R$ 422 bilhões de ativos. O Itaú-Únibanco tem R$ 575 bilhões e o Banco do Brasil, que comprar ou Nossa Caixa, tem R$ 512 bilhões.

Ficar atrás do BB, um banco público, nunca incomodou o Bradesco. A ameaça, além do novo Itaú-Unibanco, é a ambição dos espanhóis do Santander, que depois de comprar o Real afirmaram ter o objetivo de transformar o Santander no maior banco em operação no Brasil. Hoje ele é o quarto do ranking. “Os executivos do Bradesco são profissionais”, diz um deles. “Aqui não interessa ser líder ou ser segundo. O que interessa é ter lucro. É nisso que estamos pensando”.

Fonte: Jornal Estadao





Encontro de Dirigentes de Real e Bradesco prepara campanhas específicas

27 11 2008

Os dirigentes dos bancos Bradesco e Real têm até o dia 28 de novembro para se inscreverem para os Encontros Nacionais de Dirigentes das duas empresas, que serão realizados nos dias 08 a 10 de dezembro. As reuniões iniciam as preparações para as campanhas especificas permanentes dos dois bancos.

O evento acontecerá no hotel Estância Atibainha, em São Paulo. O encontro dos dirigentes do Santander foi adiado e será agendado para uma nova data.

Aproveitando o encontro os integrantes da COE Bradesco deverão permanecer no dia 11/12 no mesmo local, onde será realizado seminário sobre negociação coletiva.

Estes encontros serão de grande importância para a organização das lutas dos trabalhadores de Bradesco e Real no próximo período. Por isso, é indispensável a participação do maior número possível de dirigentes de todo o país, para que tenhamos um quadro o mais claro possível das demandas dos bancários”, avalia Carlindo Abelha, secretário de Organização da Contraf/CUT.

Programação:

Dia 08/12: 19h – Abertura conjunta, com o painel “A crise financeira internacional, seus impactos nos bancos e na economia brasileira”.

Dia 09/12: 9h – Reunião, por banco, para definição das reivindicações.

Dia 10/12: 9h às 12h – Discussão e aprovação das estratégias, calendários e demais elementos da campanha de mobilização e negociação.

Só para os integrantes da COE Bradesco
Dia 10/12: Na parte da tarde e 11/12: acontecerá o curso sobre negociação coletiva.

Fonte: Contraf/CUT





Contraf/CUT: Encontro Nacional discute sistema financeiro e desenvolvimento econômico

27 11 2008

O Encontro Nacional de Formação Sindical da Contraf/CUT foi encerrado nesta quarta-feira 26 com palestras acompanhadas de discussão sobre o sistema financeiro nacional, o desenvolvimento econômico e social e o mercado de trabalho no país. Participaram como palestrantes o secretário-geral da Contraf/CUT, Carlos Cordeiro, o economista Alexandre de Freitas Barbosa, professor da Unicamp e membro do Cebrap, e Messias Melo, diretor executivo da CUT Nacional.

O Encontro Nacional de Formação da Contraf/CUT fez uma homenagem a Celso Furtado, autor entre outras obras de Formação Econômica do Brasil e um dos mais importantes economistas e pensadores brasileiros. O encontro começou na terça-feira com o documentário O longo amanhecer – Cinebiografia de Celso Furtado e uma palestra da jornalista Rosa Freire D´Aguiar, viúva do economista e coordenadora do Centro Celso Furtado (www.centrocelsofurtado.org.br).

Carlos Cordeiro fez uma apresentação sobre a configuração do sistema financeiro nacional, a concentração que está ocorrendo no setor, o enxugamento dos postos de trabalho nas duas últimas décadas e a prática desmesurada de juros, spread e tarifas altos.

Para o dirigente da Contraf/CUT, isso em parte é resultado da ausência de participação da sociedade nos órgãos normativos e diretivos do sistema financeiro, principalmente no Conselho Monetário Nacional. “O movimento sindical bancário precisa se qualificar para fazer o debate e a disputa desse setor estratégico do Estado, responsável em grande parte pela elaboração de políticas que darão o rumo do desenvolvimento econômico e social”, cobrou Carlos Cordeiro.

Matéria completa: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=15273





IBGE: população brasileira vai parar de crescer em 2039

27 11 2008
RIO - A população brasileira continua envelhecendo em ritmo acelerado e vai parar de crescer em 30 anos, enquanto a expectativa de vida prosseguirá em expansão, segundo mostra estudo divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que, enquanto no período 1950-1960 a taxa de crescimento da população era de 3,04% ao ano, em 2008 não ultrapassou 1,05% ao ano. Segundo o estudo, o País apresentará um potencial de crescimento populacional até 2039, quando a expectativa é de que a população atinja o chamado “crescimento zero”. A partir daí, de acordo com o IBGE, serão registradas taxas de crescimento negativas, ou seja, queda no número da população.

Em 2050, a taxa de crescimento da população no País será negativa (-0,291%) e a população será de 215,3 milhões de habitantes. Segundo observam os técnicos do IBGE no documento de divulgação, “vale ressaltar que se o ritmo de crescimento populacional se mantivesse no mesmo nível observado na década de 1950 (aproximadamente 3% ao ano), a população brasileira chegaria, em 2008, a 295 milhões de habitantes e não nos 189,6 milhões divulgados hoje pelo IBGE”. Em 2039, quando vai parar de crescer e iniciar uma trajetória decrescente a partir do ano seguinte, a população brasileira será de 219,12 milhões de habitantes. A expectativa de vida, por outro lado, continuará em crescimento.

Expectativa de vida -  Segundo o estudo do IBGE, “os avanços da medicina e as melhorias nas condições gerais de vida da população repercutem no sentido de elevar a média de vida do brasileiro (expectativa de vida ao nascer) de 45,5 anos de idade, em 1940, para 72,7 anos, em 2008, ou seja, mais 27,2 anos de vida”. De acordo com a projeção do IBGE, “o País continuará galgando anos na vida média de sua população”, alcançando em 2050 o patamar de 81,29 anos, basicamente o mesmo nível atual da Islândia (81,80), Hong Kong, China (82,20) e Japão (82,60).

Em 2008, a média de vida para mulheres chega a 76,6 anos e para os homens 69,0 anos, uma diferença de 7,6 anos. Em escala mundial, segundo o instituto, a esperança de vida ao nascer foi estimada, para 2008 (período 2005-2010), em 67,2 anos e, para 2045-2050, a Organização das Nações Unidas (ONU) projeta uma vida média de 75,40 anos. O levantamento do IBGE mostra também que em 2008 o Brasil ocupa a quinta posição entre os países mais populosos, mas de acordo com as projeções da ONU, o país passará para a oitava posição em 2050.

O estudo “Uma abordagem demográfica para estimar o padrão histórico e os níveis de subnumeração de pessoas nos censos demográficos e contagens da população”, traz a projeção da população do Brasil, por sexo e idade, para o período 1980-2050. Este estudo foi divulgado anteriormente em 2004 e, agora, a Revisão 2008 incorpora nova análise da trajetória recente e futura da fecundidade, com base nas informações provenientes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2002 a 2006. O IBGE divulga também a metodologia das estimativas anuais e mensais da população do Brasil e das Unidades da Federação: 1980 – 2030 e a metodologia das estimativas das populações municipais.

Fonte: Portal Estadao




Unibanco e AIG desfazem parceria

27 11 2008

SÃO PAULO – A AIG e o Unibanco comunicaram ontem à noite o fim da participação acionária mútua no negócio de seguros, que já durava 11 anos, por meio de um acordo de permuta das participações societárias nas áreas de seguro e previdência.

O Unibanco sai da cadeia de controle da AIG Brasil e a AIG deixa de ter participação societária da Unibanco Seguros. O banco assume o controle integral de sua seguradora. Segundo comunicado, será mantida parceria em negócios pontuais.

Conforme fato relevante, a destroca das participações acionárias foi feita da seguinte forma: o Unibanco adquiriu por US$ 820 milhões a participação detida pelo AIG na Unibanco AIG Seguros S.A. (Unibanco Seguros), que passará a se denominar Unibanco Seguros S.A. A AIG ficou com a participação detida pelo Unibanco na AIG Brasil Companhia de Seguros por US$ 15 milhões.

Por meio de tal operação, explicou o Unibanco no fato relevante, a instituição passou a ser o único acionista controlador da Unibanco Seguros. “A Unibanco Seguros detém ainda 100% do capital social da Unibanco AIG Vida e Previdência S.A. e da Unibanco AIG Saúde Seguradora S.A., as quais continuarão sob seu controle e terão a sua denominação alterada para Unibanco Vida e Previdência S.A. e Unibanco Saúde Seguradora S.A.”, completou.

Fonte: Valor Econômico e Valor Online





Movimentos sociais aclamam Dilma candidata a presidente

27 11 2008

BRASÍLIA (Reuters) – Chamada de “nossa sucessora” e “nossa futura presidente” por representantes de movimentos sociais em reunião no Palácio do Planalto, a ministra da casa Civil, Dilma Rousseff, considerou inadequada a referência em evento oficial.

“Achei que aqui dentro do Palácio não foi protocolar”, disse Dilma a jornalistas, após a cerimônia, ao ser perguntada sobre o apoio que recebeu.

Indagada se lhe agradava esse tipo de manifestação, Dilma desconversou. “Não vou falar sobre isso, não é essa a questão principal”, afirmou, destacando o fato de o governo chamar os movimentos sociais para ouvir suas reivindicações.

A primeira referência a Dilma como provável sucessora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ausente à cerimônia, partiu do movimento negro.

“Nós acreditamos que esse governo tem cumprido o que veio realizar. Nós acreditamos que ele precisa dar conta de eleger em 2010 a nossa sucessora, a nossa candidata Dilma Rousseff”, disse a representante da Coordenação Nacional de Entidades Negras, Cleide Souza.

Depois, outro representante dos movimentos sociais, Saulo Manoel da Silveira, da União Nacional por Moradia Popular, chamou a ministra de “nossa futura presidente Dilma Rousseff”.

Os 58 movimentos sociais presentes ao encontro entregaram ao governo uma carta de reivindicações, na qual destacam o controle e a redução imediata da taxa de juros, o controle de capitais, o cancelamento dos leilões do petróleo e a revisão do política de manutenção do superávit primário, entre outros itens de política interna.

(Reportagem de Fernando Exman)





Frente parlamentar discute criminalização da homofobia

27 11 2008

Brasília – A Frente Parlamentar pela Cidadania Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) realiza hoje (27), no Senado, o 5º seminário nacional para discutir a criminalização da homofobia no país.

A solenidade de abertura contará com a presença dos presidentes do Senado, Garibaldi Alves, e da Câmara, Arlindo Chinaglia, e do ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi.

O primeiro debate será sobre a Criminalização da Homofobia no Brasil e vai ser coordenado pela deputada Cida Diogo (PT-RJ). Em seguida, será lançada a campanha Não Homofobia.

À tarde, sob a coordenação da deputada distrital Erika Kokay (PT-DF), o debate será em torno do projeto de lei que disciplina a união civil entre pessoas do mesmo sexo (PL 1151/95).

Fonte: Agencia Brasil





Sobrevida de portadores de HIV dobra no Brasil

26 11 2008

BRASÍLIA – A expectativa de vida das pessoas que vivem com Aids nas regiões Sul e Sudeste dobrou entre 1995 e 2007. Nesse período, o tempo médio de vida pós diagnóstico subiu de 58 meses para mais de 108 meses. A possibilidade de sobrevivência de crianças menores de 13 anos que vivem com Aids também aumentou consideravelmente desde o início da epidemia.

Em 1980, as chances de uma criança nessa faixa etária estar viva 60 meses depois de diagnosticada era de 25%, enquanto as diagnosticadas no período de 1999 e 2000 era de 86%. Os dados são de um estudo encomendado pelo Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde. O diagnóstico precoce e o acesso aos medicamentos anti-retrovirais são os principais motivos para o aumento da sobrevida.

Apesar de a maioria dos casos de Aids ainda ser identificado na faixa etária de 25 a 49 anos, o estudo mostra, também, que dobrou a incidência da doença entre pessoas acima dos 50 anos entre 1996 e 2006. Passou dos 7,5 casos por 100 mil habitantes para 15,7. A incidência nessa faixa etária cresceu em todas as regiões do país. E, entre os casos registrados, 63% são homens e 37% são mulheres. Os preconceitos que cercam a vivência da sexualidade de pessoas acima dos 50 anos limitam a dificuldade de abordagem sobre o HIV.

Fonte: Jornal do Brasil





Mudanças climáticas podem reduzir economia do Nordeste em até 11% até 2050

26 11 2008

As mudanças climáticas terão efeito sobre a economia brasileira, especialmente a do Nordeste, de acordo com o estudo Migrações e Saúde: Cenários para o Nordeste Brasileiro- 2000/2050. O estudo foi elaborado para a Embaixada Britânica pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Universidade Federal de Minas Gerais e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Esse efeito, medido ano após ano, sinaliza que o Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste vai cair 11,4% até 2050, como resultado das variações do clima. O PIB é a soma das riquezas produzidas no país. “Ano após ano, até 2050, o efeito das mudanças climáticas, através do choque no setor agropecuário, seria uma queda de 11,4% do PIB”, afirmou à Agência Brasil o professor Alisson Barbieri, coordenador da pesquisa pelo Cedeplar/UFMG.

De acordo com o estudo, essa perda equivaleria a dois anos de crescimento econômico da região, com base no desempenho registrado entre 2000 e 2005.

A pesquisa mostra que redução que as mudanças climáticas tendem a provocar na disponibilidade de terras agricultáveis no Nordeste será mais drástica nos estados do Ceará (-79,6%) e Piauí (-70,1%), seguidos de Paraíba (-66,6%) e Pernambuco (-64,9%). Barbieri esclareceu que no caso de Ceará e Piauí deve ocorrer limitação das chamadas “terras aptas” para os principais tipos de cultivo na região nordestina, conforme denominam os técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que participaram do trabalho.

Em termos de PIB, o estudo revela que as maiores perdas serão registradas em Pernambuco (-18,6%), Paraíba (-17,7%), Piauí (-17,5%) e Ceará (-16,4%). Barbieri disse que a metodologia adotada pelos pesquisadores permitiu captar o efeito de uma variação do PIB agrícola e sua repercussão sobre todos os outros setores agrícolas.

Em razão disso, os setores que poderão ser mais afetados são os de serviços e indústria, principalmente aquela voltada para o processamento de alimentos, mais vinculada à agricultura. “Esses estados apresentam uma articulação forte com o setor agrícola. Então, haveria o que os economistas chamam de encadeamento entre os choques traçados para o setor agrícola e a economia como um todo”.

O professor da UFMG explicou que, em contrapartida, o estado de Sergipe deve ser o menos atingido pelos choques climáticos. A projeção é de que até 2050 o PIB estadual caia apenas 3,6%. “No caso de Sergipe, haveria uma variação menor em termos de terras inaptas para a agricultura em função das mudanças climáticas. Isso quer dizer que os efeitos climáticos sobre Sergipe seriam menos intensos quanto à redução da aptidão das terras”. O estudo prevê que o estado perderia apenas 5,3% de terras agricultáveis.

Fonte: Noticias Uol