Negociação específica com a Caixa prossegue nesta sexta

26 09 2008

Os intens da pauta são contratação de pessoal, democratização da gestão e recomposição do poder de compra dos salários

São Paulo – Nesta sexta-feira, dia 26 de setembro, às 15h, em Brasília, o Comando Nacional dos Bancários e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) dão prosseguimento ao calendário de negociações das cláusulas específicas da Campanha Nacional de 2008 com a Caixa Econômica Federal.

A pauta do encontro prevê o debate sobre a cláusula da contratação de pessoal, pendência da reunião anterior. Estarão também em discussão os itens da democratização da gestão (eleição de representante dos empregados no Conselho Diretor e no Conselho de Administração com direito a voz e voto) e a recomposição do poder de compra dos salários.

Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo

Postado por Erismar Carvalho, às 15h56.





Bancários de todo país participaram do Dia Nacional de Luta

26 09 2008

Mobilização é forte para arrancar proposta digna e decente dos banqueiros

São Paulo – Trabalhadores de agências bancárias de todo o país se mobilizaram pelo Dia Nacional de Luta nesta quinta-feira, 25. Durante a manifestação que tomou conta da Avenida Paulista, bancários de Piracicaba, interior de São Paulo, chegaram com faixas e muita disposição para fortalecer a luta no coração financeiro do país.

Em Curitiba, desde às 7 horas da manhã, houve protesto na sede administrativa do HSBC, localizada no Hauer. Ao mesmo tempo, o HSBC 24 de Maio, ou Michelangelo, como é chamado, também parou. A estimativa é de que 3,7 mil trabalhadores permaneceram de braços cruzados até às 9h30 da manhã. Os funcionários se reunirão nesta sexta, 26, para decidir em assembléia sobre paralisação.

Em Belo Horizonte, a abertura de diversas agências, tanto de bancos privados quanto da Caixa e do Banco do Brasil, foi retardada em uma hora.

Em Florianópolis, as agências do Bradesco e do BB, na Praça XV, centro da capital, permaneceram fechadas durante toda a manhã. Teve batucada de escola de samba e a direção do sindicato local percorreu as agências no entorno da praça. No Unibanco, panfletos foram distribuídos no interior da agência.

Os bancários de Rondônia paralisaram as atividades nas agências do centro da capital. Limeira, Campos, Pernambuco, Santos, Ilhéus, Barretos, Brasília, Teresina, Alagoas e outras cidades e capitais também realizaram manifestações, paralisações e assembléias nesta quinta-feira.

Fonte: Portal Contraf/CUT

Postado por Erismar Carvalho, às 15h49.





Começa hoje a Campanha Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos

26 09 2008

Foi iniciado nesta quinta-feira (25/09) a Campanha Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos. A idéia é aumentar o número de transplantes no País, especialmente de coração e pulmão. De acordo com o diretor de Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, o Brasil tem condições de aumentar o número de transplantes realizados, mas, para isso, precisa que o número de doações de órgãos seja maior.

Alberto Beltrame antecipa que, no lançamento da campanha, previsto para a tarde de hoje, o Ministério da Saúde vai apresentar um conjunto de medidas para aprimorar o sistema de doações de órgãos. Entre as mudanças, estão o reajuste dos valores pagos às equipes de transplantes dos hospitais, além de um aperfeiçoamento do controle da lista das pessoas que esperam por um transplante.

No Piauí, segundo a Central de Transplantes até o ano de 2005 foram realizados 106 transplantes no Estado (2 coração – 59 córnea – 45 rim), 2006 foram 75 (39 córnea – 36 rim e nenhum de coração), em 2007 (coração 1 – córnea 51 – 37 rim) e em 2008 foram 40 transplantes (16 rins – 24 córnea e nenhum de coração). Até o ano de 2007 o Estado tinha realizado 617 transplantes.

Fonte: Portal 180 Graus

Postado por Erismar Carvalho, às 15h34.





Quércia: Prefiro meu nome vinculado a Pitta do que a um traidor como Alckmin

26 09 2008

SÃO PAULO – O ex-governador de São Paulo e presidente estadual do PMDB, Orestes Quércia, divulgou nesta sexta-feira uma nota à imprensa em resposta às críticas do ex-governador tucano Geraldo Alckmin, candidato a prefeito. Para atacar o prefeito Gilberto Kassab (DEM), Alckmin chamou a chapa do prefeito de “Quércia/Pitta”, já que a o DEM conta com o PMDB em sua coligação e foi secretário do ex-prefeito Celso Pitta.

Quércia respondeu que o ex-prefeito Celso Pitta (PTB, cujo partido agora está na coligação com Alckmin) está mais para “vítima do que para algoz”. Quércia afirmou ainda que Alckmin tem “personalidade duvidosa”. O peemedebista acusou o tucano de “usar a força do governo de São Paulo para se impor como candidato a presidente”, em detrimento do hoje governador José Serra. Quércia vai além: diz que Alckmin “elabora uma maquinação mesquinha e traiçoeira entre as lideranças nacionais do PMDB” e “tenta posar de vítima” na campanha. O objetivo seria, segundo ele, atingir o governador Serra.

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Postado por Erismar Carvalho, às 15h22.





A suspeita que paira no ar

26 09 2008

A cada dia que passa, mais fortes são as suspeitas de que o suposto grampo em Gilmar Mendes e Demóstenes Torres foi uma armação da revista Veja. A revista não mostrou o áudio nem os documentos que dizia dispor – e que lhe teriam permitido garantir que o grampo foi feito pela ABIN.

Não se trata de entregar a fonte, mas apenas de mostrar documentos que a revista diz possuir. A revista não apenas acusava a ABIN pelo grampo, como atribuía à agência uma verdadeira fábrica de grampos.

Mas, até agora não se conseguiu comprovar um grampo sequer.

É possível que a ABIN tenha disfarçado bem sua suposta atividade paralela. Mas uma fábrica de grampos, da maneira descrita na reportagem, não poderia se abrigar em uma saleta secreta, em um porão. Envolveria muitas pessoas, seria do conhecimento do universo da arapongagem brasiliense – que é íntimo da revista. Por isso, é possível que a revista tenha montado um falso escândalo, com graves consequências: o episódio quase induziu a um conflito entre poderes, com graves desdobramentos institucionais.

Se comprovada a armação, a Abril cometeu um crime grave. Para saber se cometeu o crime, há a necessidade de abrir um inquérito. Quando se irá começar a investigar? Quando o Ministério Público irá se pronunciar? Uma publicação, por mais poderosa que seja, não pode estar acima da lei.

Por JB Costa

O que causa mais espécie, revolta, raiva, dó de barriga, sei lá mais o quê, é dois agentes do Estado, um inclusive chefe atual de um dos poderes da República, darem, de chôfre, total crédito a uma denúncia feita por uma revista conhecida por suas “reportagens” sem ao menos um questionamento acerca da prova material.

A corroboração do diálogo não é prova material nem aqui nem na cochichina. Ouso discordar frontalmente da tese do Dr. Nelson Jobim, apesar de só possuir o diploma do Curso de Datilografia.

Para tipicação de um crime são necessários três elementos: a vítima, o autor e o instrumento. Por enquanto, temos apenas as duas (ainda supostas) vítimas.

A tese de que a transcrição assentida pelas supostos prejudicados já é uma PROVA, se submetida, mutatis mutandis, a prova da falseabilidade de Popper não se sustentaria.

Como se admitir como prova algo que não se pode comprovar falso? O suposto delito não foi a degravação, e, sim o ato de gravar que se revelará como prova através de uma fita, CD, ou similares.

Beira ao rídiculo argumentos tais como: “Ora a VEJA divulgou, então é verdade”, ou, ” os termos da degravação foram confirmados pelas vítimas.” Estarão esses protagonistas acima de tudo e de todos? Da Constituição, inclusive? Serão, porventura, deuses?

Fonte: Blog de Luis Nassif

Postado por Erismar Carvalho, às 14h55.





A CRISE BANCÁRIA SUECA

26 09 2008

Suécia combateu crise bancária nos anos 90 sem afetar contribuinte
Carter Dougherty*

Um sistema bancário em crise após o colapso de uma bolha imobiliária. Uma economia perdendo empregos vertiginosamente. Um governo orientado para o mercado se esfalfando para conter o pânico. Soa familiar? Para a Suécia, sim. O país estava num aperto tão grande em 1992 – depois de anos de regulação imprudente, política econômica míope e o fim de seu boom imobiliário – que seu sistema bancário estava, para todos os fins práticos, insolvente.

(…) A Suécia não só salvou suas instituições financeiras quando seu governo assumiu dívidas podres. Ela extraiu quilos de carne de acionistas de bancos antes de escrever seus cheques. Os bancos tiveram que dar baixa de prejuízos e emitir garantias para o governo. Essa estratégia manteve os bancos responsáveis e transformou o governo em proprietário. Quando os ativos problemáticos foram vendidos, os lucros foram para os contribuintes, e mais tarde o governo pôde recuperar mais dinheiro vendendo ações nas companhias também.

(…) A crise sueca teve origens espantosamente parecidas com as da crise americana, e seus vizinhos, Noruega e Finlândia, foram prejudicados até o ponto de precisar de um salvamento do governo para escapar do pântano. A desregulação financeira dos anos 1980 alimentou um frenesi de empréstimos para compra de imóveis pelos bancos suecos, que não se preocuparam muito com a possibilidade de o valor das garantias evaporar em tempos mais difíceis.

Os preços das propriedades implodiram. A bolha desinflou rapidamente em 1991 e 1992. Um esforço vão para defender a moeda sueca, a coroa, fez as taxas do overnight (interbancárias) dispararem, em certo ponto, até 500%. A economia sueca se contraiu por dois anos seguidos após uma longa expansão, e o desemprego, de 3% em 1990, quadruplicou em três anos.

Após uma série de quebras de bancos e soluções específicas, a hora da verdade chegou em setembro de 1992, quando o governo do primeiro-ministro Carl Bildt decidiu que era o momento de pôr ordem na casa.

(…) A Suécia disse aos bancos para darem baixa das perdas para ficarem em condição de recapitalização. Enfrentando o problema mais para o fim da década, o Japão cometeu o erro de arrastar esse processo, retardando uma solução durante anos.

Daí veio o imperativo de sangrar primeiro os acionistas. Lundgren recorda uma conversa com Peter Wallenberg, na época presidente do SEB, o maior banco da Suécia. Wallenberg, rebento da família mais famosa do país e timoneiro de grande parte de sua economia, ouviu dele que não haveria vacas sagradas. Os Wallenbergs trataram de arranjar uma recapitalização por conta própria, eliminando a necessidade de salvamento. O SEB saiu do vermelho no ano seguinte, em 1993.

(…) Quando os mercados se estabilizaram, o Estado sueco colheu os benefícios, tornando a abrir o capital dos bancos. Mais dinheiro ainda pode vir para os cofres oficiais. O governo ainda possui 19,9% do Nordea, um banco de Estocolmo que foi totalmente nacionalizado e agora é um gigante muito conceituado na Escandinávia e na região do Mar Báltico. (…)

*Carter Dougherty escreve para o The New York Times.

Fonte: Blog do Luis Nassif

Postado por Erismar Carvalho, às 14h47.





A DISPUTA PELO ESTADO

26 09 2008

Por Ernesto

Interessante a entrevista de Walter Maierovitch ao Terra Magazine a respeito do crime organizado. Traça um paralelo entre a Máfia Italiana e sua ascenção ao poder, com Daniel Dantas no Brasil.
Ainda esculhamba com a justificativa da Min. Ellen Gracie para não liberar o acesso ao HD de Dantas, sob sua guarda. Além de outras informações interessantes.

Link: clique aqui

(…) No Brasil, o senhor identifica algo semelhante?

Sim, o exemplo claro é o (banqueiro) Daniel Dantas. Ele consegue participar da privatização, tendo uma procuração pra representar fundos de pensão, num processo absolutamente estranho. Porque ele não tinha potencial econômico algum pra se enfiar nesse ramo. Precisou de dinheiro de fundos de pensão, o Estado lhe propicia isso. Participa da privatização (das teles), obtém vantagens, continua administrando até ser cassada a procuração. Mais do que isso, descobre-se que discos rígidos, que revelam todo esse processo de privatização, não podem ser abertos por decisão judicial. Por decisão do Supremo Tribunal Federal da Ellen Gracie.

Um contra-senso?

É como se eu matasse uma pessoa, o cadáver ficasse dentro do apartamento, e eu tivesse uma autorização judicial da Ellen Gracie pra polícia não entrar. O argumento que ela dá, na decisão, é mais estranho ainda. Ela diz que a apreensão daqueles discos rígidos se deu na apuração de grampos, pra verificar se Daniel Dantas podia grampear alguém. Ora, a Lei Processual Penal fala dos crimes conexos. Quando se está apurando o homicídio de João, se você encontrar a prova de que o mesmo assassino matou Antonio, José ou assaltou um banco, você não vai ignorar. Na visão dela, sim. E não deixou abrir os discos rígidos. O mesmo Daniel Dantas que consegue no segundo habeas corpus um foro privilegiado. Ele salta instâncias e vai ao Supremo. E o presidente do STF dá uma liminar sem consultar a Corte.

Em 48 horas…

A primeira ainda se pode discutir. Mas a segunda, não. Não é nem do Judiciário, é improbidade administrativa. Daí a minha tese do impeachment. E veja a reação do ministro (Nelson) Jobim, que sustenta uma mentira com relação às escutas, ao grampo, pra derrubar o diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e não acontece nada.

(…) O senhor vê, no Brasil, uma reação à modernização do combate ao crime? Ele não precisa ser constantemente modernizado?

Sim, está lá no livro, entre outras coisas, o exemplo de uma especialista. Ela diz que a criminalidade organizada prefere hoje o mouse à metralhadora. A criminalidade precisa lavar esse dinheiro sujo pra reempregá-lo em atividades formalmente lícitas. É aí que está o pulo do gato. Vou mais longe, até, dizendo o seguinte: essa criminalidade de matriz mafiosa não assalta mais banco. Ela põe o dinheiro no banco e se serve de toda a rede de telemática.

Fonte: Blog do Luis Nassif

Postado por Erismar Carvalho, às 14h44.





26 09 2008

LUSTOSA DA COSTA COMENTA:

De volta ao aconchego - Regresso ao País, cujo governo produz fatos e notícias otimistas de seus êxitos econômico-sociais que a mídia não tem condições de deixar de publicar embora fique dizendo que a crise econômica americana vem aí e vai nos pegar. Ela sempre torce contra o interesse do Brasil.
Onda vermelha - A onda vermelha se espalha, pois agora só resta à oposição, como agora em Recife, querer ganhar o pleito no tapetão, contra a vontade popular, através de chicanas de juízes eleitorais feitas pelo PSDB e PFL.
Em primeiro turno - Parece não haver dúvidas de que Marta Suplicy e Luizianne Lins vão conquistar a Prefeitura de S.Paulo e de Fortaleza, respectivamente, no primeiro turno. A vitória do PT e da base popular de Lula tende a ser acachapante, esmagadora.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste

Postado por Erismar Carvalho, às 14h13.





Depois de atacar Luizianne(PT), Comaduec declara apoio a Patrícia(PDT/PSDB)

26 09 2008

Depois de promover campanha contra a prefeita-candidata Luizianne Lins (PT), a Convenção de Ministros das Assembléias de Deus Unidas do Ceará (Comaduec) resolveu declarar apoio à eleição de Patrícia Saboya (PDT). O bispo Shelley Macêdo(envolvido em diversos escândalos), presidente da Comaduec, revelou preocupação com uma possível eleição de Luizianne Lins ainda no primeiro turno, se baseando nas pesquisas eleitorais que colocam Luizianne em primeiro lugar.

Segundo ele, no dia 21 de setembro foi feita uma reunião com todos os representantes das igrejas associadas à Comaduec para decidir que candidato receberia o apoio. Em votação realizada entre os lideres das igrejas, informa o bispo, a maioria decidiu que a Comaduec apoiaria Patrícia Saboya. “O apoio à Luizianne não foi nem cogitado. Ela ainda é uma ameaça”, declarou.

Fonte: Jornal OPovo

Postado por Erismar Carvalho, às 12h22.





Luizianne ganha no 1o turno em Fortaleza, indica Ibope

26 09 2008

FORTALEZA (Reuters)- As eleições em Fortaleza podem se definir já no primeiro turno. É o que indicam os números da quarta pesquisa do Ibope/TV Verdes Mares, divulgados nesta quinta-feira, em que a prefeita e candidata à reeleição, Luizianne Lins (PT), aparece com 50 por cento das intenções de voto.

Em segundo lugar, está Moroni Torgan (DEM), com 20 por cento e, em terceiro, Patrícia Saboya (PDT), com 16 por cento. A soma dos votos de todos os candidatos totaliza 41 por cento.

Na sondagem sobre expectativa de vitória a petista sai com 75 por cento de chance de ser eleita, contra oito por cento de Moroni e seis por cento de Patrícia.

Apesar das intensas críticas de que vem sendo alvo nas duas últimas semanas por parte de seus adversários, Luizianne Lins é a única candidata que tem mantido um crescimento constante nas últimas pesquisas de opinião.

Na segunda sondagem do Ibope divulgada em agosto, ela estava com 28 por cento; no princípio de setembro, apareceu com 46 por cento, e agora subiu mais quatro pontos. Patrícia e Moroni, ao contrário, têm registrado quedas nos números.

Na segunda pesquisa do Ibope, Moroni aparecia com 33 por cento, caindo para 22 por cento e agora oscilou mais dois pontos para baixo, dentro da margem de erro que é de 3 pontos.

A pedetista tinha 19 por cento em agosto, passou para 17 por cento e nesta quarta pesquisa oscilou mais um ponto para baixo.

Na simulação de segundo turno, Luizianne ganharia de Moroni por 60 a 36 por cento, e de Patrícia Saboya, por 58 a 34 por cento. Já numa eventual disputa entre Patrícia e Moroni, a candidata do PDT sairia na frente com 46 a 37 por cento.

A pesquisa do Ibope foi realizada dos dias 21 a 23 de setembro e ouviu 805 eleitores.

Fonte: http://www.abril.com.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 12h10.