Único deficiente auditivo do Banco do Brasil é do Ceará

22 09 2008

Um exemplo de superação. É assim que os companheiros de trabalho da agência Praça do Carmo vêem o funcionário do Banco do Brasil, Celso Farias – o único deficiente auditivo da instituição em todo o País. Bancário há mais de 10 anos e no BB, há cinco meses, Celso foi o principal responsável pela aplicação de um curso de Libras (Língua Brasileira de Sinais) na unidade, durante três semanas, como forma de integrá-lo junto aos colegas e também de capacitar os demais funcionários a atender pessoas com a mesma deficiência dele.

“Após o curso podemos ver o quanto ele estava isolado e a necessidade que tínhamos de aprender a nos comunicarmos com ele e de despertarmos para a importância de atender bem esse segmento da sociedade”, afirmou a funcionária Evalda Coutinho.
Celso informou, através da intérprete Cristiane Menezes, que foi muito bem recebido na agência, mas sentia dificuldades em se comunicar com os colegas. De acordo com ele, era necessário utilizar papel e caneta para poder transmitir aos outros aquilo que ele queria dizer.

Celso já trabalhou 12 anos no Banerj (Rio de Janeiro) e no Real (oito meses).
Após o treinamento interno, Celso vai trabalhar como caixa executivo e pretende abrir uma porta que veio se abrir para todos os deficientes auditivos, como exemplo e referência para que eles sejam incluídos no mercado de trabalho. “Meu sonho é crescer no banco e um dia chegar a ser gerente. Além disso, quero poder atender os surdos do Ceará, porque muitos sentem falta de chegar ao banco e ter uma pessoa capacitada para atendê-los. Os bancos têm políticas de atendimentos personalizados para deficientes visuais, acesso especial para cadeiristas, mas os deficientes auditivos acabam esquecidos”, cobra ele. Segundo Celso, em Fortaleza existem cerca de 10 mil surdos. “Quero mostrar com isso que nós, surdos, também somos capazes”, concluiu.

Passeata – No próximo dia 26/9, Dia Nacional dos Surdos, acontece uma passeata saindo da FIC Aldeota até a Praça da Imprensa. A concentração será às 16h e o objetivo é conscientizar a população a respeito dos direitos e capacidades dos deficientes auditivos.

Pauta 2008 – Na Pauta de reivindicações 2008 dos bancários existe uma cláusula sobre a contratação de trabalhadores com deficiência como forma de inclusão de deficientes no mercado de trabalho, através do cumprimento da Lei Federal de Quotas nº 8.213/91. Caso a cláusula seja aceita pela Fenaban, as empresas se comprometerão a garantir cursos de formação profissional para os trabalhadores com deficiência, além de promover curso de Libras obrigatório nas unidades que possuam empregados com deficiência auditiva. Além disso, uma outra cláusula prevê a inclusão e capacitação de pessoas com deficiência no setor bancário.

Fonte: http://www.bancariosce.org.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 14h06.





Sindicato lança Campanha de Sindicalização 2008

22 09 2008

Cosmo Lopes

Cosmo Lopes

 

“Ninguém é tão bom quanto todos nós juntos”. É com esse tema que o Sindicato dos Bancários do Ceará quer ressaltar a importância da união da categoria na Campanha de Sindicalização 2008. Há 75 anos defendendo os bancários do Estado, o SEEB/CE consolidou-se como uma das mais respeitadas e importantes entidades de representação dos trabalhadores.

A campanha é voltada para 2.187 bancários que ainda não são filiados, o que representa 27,52% da categoria. Ao se tornar associado, o trabalhador passa a ter representação jurídica e política, além de formação educacional, convênios diversos, atividades sócio-culturais e esportivas, dentre outras vantagens.

Quem se filiar ao SEEB/CE durante o período de campanha, de 22/9 a 19/12, receberá um kit contendo uma garrafa squeeze (para ciclistas), um dvd sobre a história da entidade e uma camisa. Ao final da campanha, haverá ainda um sorteio de três pacotes em um dos hotéis conveniados com o Sindicato.

O primeiro pacote será sorteado entre os bancários sindicalizados até 31/12/2007; o segundo entre os que se associaram de 1º/1/2008 a 19/12/2008, e o terceiro brinde será sorteado entre os bancários de base (exceto diretores) que conseguirem sindicalizar a partir de cinco bancários, seja do seu banco ou de outro. Os ganhadores serão conhecidos através do prêmio da loteria federal do dia 27/12/2008.

Fonte: http://www.bancariosce.org.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 13h51.





Lula, o iluminado

22 09 2008

Na revista IstoÉ (Da Globo) com foto da revista americana “Esquire” quando anunciou Lula na lista de 75 pessoas mais influentes do mundo, diz: Com popularidade recorde, o presidente brasileiro cutuca os protagonistas da crise econômica, conquista prestígio internacional e ofusca Hugo Chávez na América do Sul

O mundo discute o petróleo e os modelos energéticos alternativos. O Brasil tem as duas coisas: a perspectiva de se tornar um dos principais produtores de petróleo do mundo graças às reservas do pré-sal e o domínio da produção e a tecnologia para o uso do etanol como combustível. E tem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que compreendeu a importância estratégica desses dois fatores. E que também exerce o papel de mediador da América do Sul perante os países desenvolvidos, especialmente os Estados Unidos, ofuscando o radicalismo de um Hugo Chávez. Esses foram os argumentos que a revista americana Esquire usou para escolher Lula, na sua edição deste mês, como uma das 75 personalidades mais influentes do mundo neste início de século XXI. A revista diz que Lula é o “Bill Clinton da América do Sul”. Na definição da Esquire, o ex-presidente americano – que também integra a lista das 75 personalidades – é uma mistura de “agente da mudança” e “agitador.”

Na mesma semana em que apareceu na relação elaborada pela revista Esquire, Lula também foi personagem de um artigo do principal jornal francês, o Le Monde. Na quinta-feira 18, o jornal chamou a atenção para o papel de Lula e do Brasil na solução da crise da Bolívia, durante reunião dos países da Unasul em Santiago do Chile. “Luiz Inácio Lula da Silva se comporta como líder regional. Ele tem as ferramentas para fechar um consenso e exercer uma influência mediadora aceitável dentro do subcontinente e no Exterior, principalmente nos Estados Unidos”, registra o Le Monde. A atuação de Lula como mediador, aliás, tinha sido ressaltada antes por diversos líderes que participaram da cúpula da Unasul no Chile.

Lula de fato vive um momento iluminado. Pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada no dia 12 de setembro, aponta que ele bateu seu próprio recorde de popularidade: nada menos que 64% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom. É, disparada, a melhor avaliação de um presidente desde a redemocratização do País, em 1985. E Lula surfa nessa popularidade. Nem seus adversários ousam criticá-lo. Em sabatina feita na quinta-feira 18 pelo jornal Folha de S. Paulo, o candidato do DEM à Prefeitura de São Paulo, Gilberto Kassab, classificou Lula, Fernando Henrique e o governador paulista José Serra como os três principais políticos brasileiros.

“Nada disso está longe de ser gratuito”, observa o cientista político José Luciano Dias, da C.A.C. Consultoria, de Brasília. “Lula é um exemplo de como um líder de esquerda pode modernizar seu discurso e abrir-se para o mundo sem perder a relevância”, observa ele. Para Dias, a comparação que a revista Esquire faz entre ele e Clinton não é exagerada. “Clinton reciclou as idéias dos democratas para abarcar as teses liberais sem deixar de lado a necessidade de políticas sociais de inclusão. É o que faz Lula no Brasil: mantém um Banco Central independente, mas ao mesmo tempo acelera a inclusão social”, avalia.

Para completar, do ponto de vista político, Lula agrega à sua base nada menos que 13 partidos, o que praticamente asfixia a oposição. “Não apenas por causa de Lula, mas também por conta de algumas cooptações feitas pelo PT, as oposições estão praticamente revogadas”, constata o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).

Fonte: http://dialogospoliticos.wordpress.com/

Postado por Erismar Carvalho, às 12h04.





Retrato do Brasil: Um país menos desigual

22 09 2008

 

O Estado de S.Paulo produziu um caderno especial, o Globo destacou quatro páginas ao assunto e a Folha de S.Paulo dedicou um caderno extra de “Cotidiano” para falar da nova edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, divulgada na quinta-feira (18/9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Um Brasil menos desigual”, o título escolhido pelo Globo, é o que melhor reflete os dados apresentados na pesquisa, que revela a queda recorde da diferença entre pobres e ricos no país. No entanto, os três jornais destacam que os indicadores sociais e econômicos evoluem lentamente.

O interesse da imprensa pelo retrato do Brasil, na pesquisa divulgada pelos jornais, apresenta algumas diferenças em relação às versões anteriores. Os dados são apresentados sem a conotação política que marcou outras edições, como se os jornais estivessem se rendendo às evidências de que as notícias são realmente boas.

Mapa na mão

Os relatos que as edições de sexta-feira (19) oferecem mostram um quadro de evolução em todos os indicadores, mas observam que o avanço social ainda é tímido em relação às necessidades do país. Mas os jornais ainda se prendem ao Produto Interno Bruto como principal indicador de desenvolvimento social.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, que desde 2004 cobre todo o território nacional, é considerada como a fonte mais confiável para a análise dos resultados sociais do desenvolvimento da economia. Por exemplo, os dados sobre a persistência das grandes diferenças de renda nas regiões de forte predominância da atividade agropecuária podem estar apontando a necessidade de mudanças na economia rural.

O problema é que a imprensa só dá atenção a esse retrato do Brasil no dia em que ele é divulgado. Se os editores mantivessem à mão esse mapa, poderiam utilizá-lo como uma fonte rica para pautas interessantes durante todo o ano.

Fonte: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 11h48.





Ciro vice de Dilma???

22 09 2008

 

Para maioria dos petistas do Brasil, o nome de Ciro Gomes (PSB-CE), afilhado do coronel e senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), não seria ideal para uma chapa com o Partido dos Trabalhadores em 2010. Ciro Gomes vem fazendo severas críticas as administrações petistas e também ao PT. Ciro Gomes é desequilibrado, oportunista e ainda tem penas tucanas no corpo inteiro.

A Folha de S. Paulo publica entrevista concedida pelo deputado federal Ciro Gomes à repórter Kamila Ferrnandes, na qual ele admite ocupar a posição de vice-presidente de uma possível chapa encabeçada pela ministra da Casa Civil, Dilma Roussef. Ciro também diz que muito dificilmente estará em um palanque de oposição ao presidente Lula e afirma que, em 2010, ou será candidato a presidente ou a vice, ou encerrará sua carreira política. A matéria da Folha é a seguinte: O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) afirmou que só será candidato a presidente ou a vice em 2010 e que não se vê em lado oposto ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesse pleito, ainda que tenha que “dar um tempo da política”. “Se não for candidato a presidente ou a vice, não vou ser candidato a nada. Sou inelegível ao Senado [por causa do irmão Cid Gomes, governador do Ceará] e só posso ser candidato a deputado federal, presidente ou vice.

Ciro, vice de DILMA? Deus nos livre! O Brasil diz NÃO ao retrocesso.

Postado por Erismar Carvalho, às 11h40.




Lula diz que pode extinguir fator previdenciário

22 09 2008
Projeto, aprovado em abril pelo Senado, está em comissão da Câmara dos Deputados

São Paulo – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista à TV Brasil, no dia 17, que não vetaria o projeto de lei que acaba com o fator previdênciário. “Se for aprovado no Congresso o acordo entre os líderes, certamente que eu não vetarei”, disse.

Lula, no entanto, manifestou preocupação com o caixa da Previdência, caso a extinção realmente aconteça.

O fator previdenciário é um redutor do valor do benefício dos segurados que se aposentam mais jovens. O índice acabaria graças ao projeto de lei 3.299/08, do senador Paulo Paim, aprovado em abril no Senado. Atualmente o PL está na Câmara dos Deputados, na Comissão de Seguridade Social e Família. De acordo com a assessoria da comissão, há consenso entre os deputados pela aprovação. A próxima votação está marcada para 8 de outubro.

Segurança – Para o presidente do SEEB/SP, Luiz Cláudio Marcolino, o fim do fator previdenciário seria uma grande conquista para os trabalhadores, principalmente para os que ingressam no mercado de trabalho mais cedo e para as mulheres. Como a regra prevê um achatamento do valor pago de aposentadoria relativo à idade do segurado, quanto mais jovem o contribuinte, maior a perda. E como as mulheres aposentam-se mais cedo, são as que mais perdem com o mecanismo: a redução para elas chega a 40% no valor devido.

Marcolino destaca que os trabalhadores têm de ter segurança na ativa – com oportunidade de emprego – e no período de aposentadoria. “A criação do fator previdenciário e o fim da aposentadoria proporcional prejudicaram os bancários. O movimento sindical não concorda com nenhuma proposta que retira direitos dos trabalhadores. Defendemos uma previdência pública digna e que todos tenham direito também a uma aposentadoria complementar, que garanta que os aposentados mantenham o mesmo patamar dos salários da ativa.”

Fonte: http://www.spbancarios.com.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 09h34.





Bancos ignoram CDC e Bacen e querem regular próprias atividades

22 09 2008

Mais uma vez eles tentam se livrar dos limites impostos pelo código do consumidor e pelo governo federal

São Paulo – Os banqueiros anunciaram que voltarão à carga para dizer a eles mesmos o que podem e o que não podem fazer. Em nota publicada pelo O Estado de S. Paulo, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) diz que irá divulgar em breve um código de auto-regulamentação. É importante lembrar que hoje, embora contrariados, os bancos já são regulados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e estão submetidos ao Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Segundo a Febraban, sua auto-regulamentação será divulgada nas próximas semanas, deve ter 51 artigos e seu objetivo seria melhorar a relação com os clientes. Quinze instituições – Caixa Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Real/Santander, Itaú, Unibanco, Nossa Caixa, HSBC, Banco do Estado do Pará, Banco Cooperativo, Citibank, Safra, Industrial e Comercial, Votorantim e Toyota – irão aderir.

As tentativas de auto-regulamentação e, conseqüentemente, de se livrarem do CMN e do CDC não vem de hoje. Em 2001, os banqueiros foram ao Supremo Tribunal Federal (STF) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para não precisar obedecer ao código do consumidor. O objetivo já era criar um código próprio para o setor.

Após cinco anos o código foi considerado constitucional com uma vitória incontestável da sociedade: 9 a 2 contra a Adin. Durante todo esse período,  Sindicato e Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) lutaram juntos para manter os bancos sob o código. “A submissão dos bancos ao CDC garante à sociedade mais transparência e mais controle contra as arbitrariedades dos banqueiros”, afirmou à época a secretária-geral do Sindicato Juvandia Moreira.

Mas eles não desistiram e tentaram novamente, em 2007, via projeto de lei apresentado pelo senador Valdir Raupp (RO). O projeto foi arquivado após pressão popular.

CMN – O Conselho Monetário Nacional (CMN) é o órgão máximo de regulamentação do Sistema Financeiro Nacional. A ele compete, dentre outras funções, regular as condições de constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras. É composto pelo Ministro da Fazenda, que é o Presidente, pelo Ministro do Planejamento e Orçamento e pelo Presidente do Banco Central (BC). O Sindicato luta pela democratização do CMN, com participação social de setores representativos da sociedade.

Fonte: http://www.spbancarios.com.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 09h29.





Superávit da Previ: Banco fará proposta no dia 2 de outubro

22 09 2008

Na sexta-feira, dia 19 de setembro, ocorreu nova negociação para a utilização do superávit, na sede da Previ, no Rio de Janeiro. O diretor de Seguridade da Previ, José Ricardo Sasseron, apresentou os cálculos envolvendo as propostas prioritárias definidas na reunião anterior. As negociações com o banco foram pautadas por estes valores.

Um reajuste de 10% com mínimo de R$ 500, incidente sobre os benefícios de aposentados e pensionistas e dos futuros aposentados, terá o custo atuarial de R$ 11,1 bilhões. Se este reajuste for de 8% com piso de R$ 500, o valor será de R$ de 10,2 bilhões. Um aumento do patamar das pensões (envolvendo atuais e futuras pensionistas) de 60% para 80% terá o custo de R$ 5,940 bilhões. O aumento do teto de contribuição e benefícios de 90% para 100% teria um impacto da ordem de R$ 4 bilhões. O custo das demais propostas veiculadas será calculado.

Os representantes dos associados apontaram novamente a necessidade do fim do voto de minerva, a antecipada para as mulheres aos 45 anos e o resgate dos direitos do Corpo Social – aprovação de alterações nos estatutos e regulamentos e aprovação das contas.

Durante a negociação, foi feita uma análise do impacto das recentes quedas nas cotações da bolsa de valores nos ativos da Previ. As reservas matemáticas da Previ são, atualmente, da ordem de R$ 67,8 bilhões, o que exige a contabilização de uma reserva de contingência de quase R$ 17 bilhões. Levando-se em conta estes valores e uma cotação do índice Ibovespa na faixa dos 48000 pontos, o superávit da Previ seria substancialmente reduzido e, depois de subtraída a reserva de contingência, restariam cerca de R$ 17 bilhões de reserva para revisão de plano.

Diante deste quadro e da falta de clareza quanto às perspectivas futuras do mercado acionário, ficou acertado entre o banco e a Comissão de Negociação que este valor de reserva para revisão de plano será tratado como teto para as negociações envolvendo superávit. Tanto os representantes dos associados quanto os do banco consideraram prudente encaminhar as negociações sem perder de vista o comportamento do mercado acionário.

Apresentados os cálculos, o banco ficou de analisar os números apurados e trazer o seu posicionamento e suas propostas na próxima reunião, marcada para o dia 2 de outubro, em Brasília.

Comissão de negociação – Os associados foram representados pela Comissão de Negociação formada por representantes da Contraf-CUT, diretores e conselheiros deliberativos eleitos da Previ, da Anabb, AAFBB, FAABB, AAFBB São Paulo e Contec.

Fonte: http://www.contrafcut.org.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 09h18.





Campanha Salarial: Funcionalismo do Banco do Brasil negocia questões específicas dias 23 e 24

22 09 2008

Foram marcadas para os dias 23 e 24 (terça e quarta-feira da próxima semana) as primeiras rodadas de negociação das reivindicações específicas do funcionalismo do Banco do Brasil, que serão conduzidas pelo Comando Nacional dos Bancários, com a assessoria da Comissão de Empresa dos Funcionários da Contraf/CUT.

“Depois de quase 20 dias o BB finalmente se manifestou e se dispôs a negociar as questões específicas dos funcionários. Nossa expectativa é que o BB tenha disposição de realmente avançar e garantir àqueles que construíram a solidez da empresa a participação na festa dos seus 200 anos”, afirma Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa.

Na primeira reunião, dia 2 de setembro, o BB se limitou a prorrogar até o próximo dia 30 o acordo coletivo do ano passado e vinha adiando as negociações, mesmo com as discussões já avançadas na mesa da Fenaban e das questões específicas da Caixa Federal.

As principais reivindicações específicas do funcionalismo são:

* Abertura imediata de negociação sobre PCCS.

* Fim da lateralidade e pagamento das substituições.

* Jornada de 6 horas para comissionados.

* Fim do voto de Minerva na Previ.

* Implantação imediata do Plano Odontológico na Cassi.

Fonte: http://www.contrafcut.org.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 09h06.





Brasileiro vive mais de 11 anos com a saúde precária

22 09 2008

A expectativa de vida do brasileiro aumentou, mas a qualidade de vida está longe do ideal. Segundo uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os homens passam, em média, 11,1 anos de sua vida com a saúde comprometida, enquanto as mulheres, 13,5 anos. As informações são do jornal “O Globo” desta segunda-feira.  

Com base em dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e da Organização Mundial de Saúde (OMS), o diretor do Ipea no Centro Internacional de Pobreza, Milko Matijascic, concluiu que, em média, um terço dos homens brasileiros e um quinto das mulheres nascidos entre 2000 e 2005 não vão completar 65 anos de idade.

Segundo a publicação, a probabilidade de se morrer precocemente é no Brasil supera a da China, país de renda per capita e desenvolvimento inferiores. A pesquisa mostra ainda que o Brasil é o país onde a perda de anos de vida saudável é mais elevada em relação aos 11 pesquisados.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 08h52.