Diretores do SEEB/CE concorrem a vagas em câmaras municipais

9 09 2008

Eleições 2008 – Os diretores do Sindicato dos Bancários do Ceará Marcos Saraiva (CEF), Telmo Nunes (Brasdesco), Cláudio Rocha (BNB), Antônio Elias  (BB) e Luiz Roberto Félix (Bic Banco) disputam vagas para as câmaras municipais em Fortaleza e Interior do Estado nestas eleições.

 Marcos Saraiva, empregado da CEF           

    Luiz Roberto, funcionário do BIC Banco

  Cláudio Rocha, funcionário do BNB

    Telmo Nunes, funcionário do Bradesco

  Antônio Elias, funcionário aposentado do BB

Os diretores Marcos Saraiva e Telmo Nunes disputam vagas para a Câmara Municipal de Fortaleza pelo Partido dos Trabalhadores. Cláudio Rocha concorre a uma vaga para a Câmara Municipal do município de Aracoiaba e Antônio Elias concorre a vaga no município de Maracanaú, ambos pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Já o diretor Luiz Roberto Félix (Bebeto) disputa uma vaga à Câmara Municipal de Piquet Carneiro, pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Fonte: http://www.bancariosce.org.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 15h13.





Campanha Salarial: Proposta final contra assédio moral será concluída

9 09 2008
TEXTO ESTÁ QUASE FINALIZADO, MAS PERMANECEM POLÊMICAS EM RELAÇÃO AO SIGILO DO DENUNCIANTE

São Paulo – A rodada de negociação desta terça-feira, dia 9, entre o Comando Nacional dos Bancários e a federação dos bancos (Fenaban), está fechando o texto que deve resultar na cláusula de assédio moral. Permanecem polêmicas sobre o sigilo do denunciante e do denunciado. Além disso, os bancos não querem manter na cláusula item que preserve o denunciante.

“Como os negociadores da Fenaban afirmam que vão levar a cláusula para conhecimento dos banqueiros, queremos manter o texto com os avanços alcançados e tocar a negociação em frente. Ao final de todo o processo de negociação, esperamos voltar ao debate a partir desse texto para resolver as polêmicas e fechar a cláusula”, diz o presidente do SEEB/SP, Luiz Cláudio Marcolino, que faz parte do comando nacional que negocia com a Fenaban.

O texto que deve resultar na cláusula de combate ao assédio moral será divulgado ainda nesta terça-feira, dia 9.

Segurança bancária – Na manhã desta terça também foram iniciados os debates sobre segurança. Os banqueiros admitiram retomar a comissão para um debate permanente sobre o tema. A rodada de negociação recomeça às 14h com temas referentes à questões de segurança no cotidiano do bancário.

O comando espera debater, ainda nesta terça, outros pontos de saúde, igualdade de oportunidades e emprego. Os trabalhadores também vão insistir para que novas rodadas de negociação sejam marcadas para os próximos dias. “Devido à importância do tema assédio moral, os debates se alongaram. Por isso queremos fazer reuniões extraordinárias, além das previstas no calendário inicial, para que as cláusulas econômicas comecem a ser debatidas no dia 16, com os demais temas resolvidos”, afirma Marcolino.

Fonte: http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=8806

Postado por Erismar Carvalho, às 15h06





Realidades distintas afetam jovens bancários da América Latina

9 09 2008

paraguaia Fabiola (esquerda) e Rossana, da Guatemala

Crédito: Nicolau Soares/Contraf-CUT

O Seminário de Formação de Jovens – Gestão e Formação Sindical, organizado pela UNI Américas, foi uma oportunidade para conhecer a realidade da juventude bancária em diversos países da América Latina. As histórias de duas trabalhadoras do setor ilustra as diferenças e semelhanças entre as situações.

A primeira é a paraguaia Fabiola Farias, de Ciudad del Este, que, mesmo jovem, tem uma história complicada como funcionária do Banco do Brasil. Da primeira vez que entrou no banco, foi proibida pela diretoria de se sindicalizar. “Eles estavam em um processo de oito anos de negociação do contrato coletivo e não queriam mais gente na discussão”, conta. Acabou saindo por conta da pressão que sofria tanto do banco quanto dos colegas, após dois anos.

Um ano depois, com o acordo coletivo já fechado, a diretoria a procurou para que voltasse ao banco. Ela aceitou voltar e alguns meses depois, já sindicalizada, decidiu ter uma filha.

Pouco depois de engravidar, uma notícia da gerência cai como uma bomba: a matriz brasileira havia decidido fechar a agência de Ciudad del Este e, segundo o gerente que trouxe a novidade, a decisão era irreversível. “Eu estava no começo da gravidez”, conta.

Os trabalhadores ficaram desanimados e começaram a se preparar para procurar um novo emprego. “Mas o pessoal do sindicato se mobilizou, junto com alguns empregados. Eu também participei e procuramos autoridades para tentar modificar a situação”, diz Fabiola. Os bancários conseguiram uma conversa com o prefeito da cidade à época, Javier Zacarias Irun, que procurou o então presidente Nicanor Duarte. O mandatário procurou o presidente brasileiro Lula e a situação mudou: Lula interferiu e a direção do Banco do Brasil manteve a unidade de Ciudad del Este em funcionamento. “Eu estava no começo da gravidez e ia ficar sem emprego e seguro médico. Foi uma alegria muito grande voltar a trabalhar”, conta Fabiola.O fato fez com que a bancária se aproximasse do sindicato. “Antes disso, eu não gostava do sindicato ou mesmo de sindicalistas. Com essa história percebi o erro que havia cometido”, afirma. “Nós éramos 20 ou 30 loucos, fazendo passeatas, reuniões, e tivemos muita força. Nos expusemos muito, mas valeu a pena ver o fruto dessa luta”, comemora.

A exposição de que fala Fabiola fez com que ela passasse a sofrer pressões da diretoria do banco. “Agora, estou no freezer. Se trabalho não importa mais, você se arrebenta de trabalhar e isso não vale nada”, lamenta. Segundo ela, a perseguição ao movimento sindical é algo comum no banco. “Existem os que apóiam a administração e os que apóiam o sindicato. Os trabalhadores novos são pressionados a não aderir ao sindicato. Acho que dedicam mais esforços a essa perseguição do que a fazer negócios”, ironiza.

Além da perseguição, a diretoria do BB comete outros desmandos no Paraguai, como a não renovação do contrato coletivo de trabalho. “O contrato já levou oito anos para ser fechado. Depois disso, deveria ser renovado a cada dois anos. No entanto, está vencido a dois anso e o banco não aceita começar negociações”, diz Fabiola.

Matéria completa: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=14407

Postado por Erismar Carvalho, às 14h54.





Diretoria do Banco do Brasil trata com descaso processo de negociação

9 09 2008

A diretoria do Banco do Brasil segue oferecendo seguidas demonstrações de seu descaso para com os funcionários do banco e seus representantes. A mais recente prova está nos resultados das primeiras negociações entre os dois maiores bancos públicos federais, BB e Caixa Econômica Federal.

Na reunião com a Contraf/CUT, a Caixa aceitou proposta dos trabalhadores para o estabelecimento de um calendário de negociações, com encontros agendados que se iniciam nesta sexta-feira, dia 12/09. Também foi acertada a prorrogação do Acordo 2007/2008 até 30 de setembro, com previsão de uma nova prorrogação caso seja necessário. Além disso, os bancários apresentaram uma síntese das principais reivindicações para este ano (leia mais aqui).

Enquanto isso, no Banco do Brasil, a reunião limitou-se a um encontro de menos de uma hora, no qual só foi realizada a renovação do Acordo assinado no ano passado. A proposta de calendário, levada pelos trabalhadores, não foi sequer apreciada. Nem a data da próxima reunião ficou acertada, dependendo da disponibilidade do banco.

Outro ponto que diferencia as orientações dos dois bancos foi a bem sucedida discussão sobre o Plano de Cargos e Salários (PCS) realizada na Caixa nos últimos meses. Vindo de uma discussão antiga, o tema retornou com força à pauta na Campanha Nacional dos Bancários do ano passado, resultando em acordos e negociações que culminaram numa proposta que atendeu a maioria das reivindicações e por isso representa um grande avanço para os empregados do banco.

Diretoria autoritária

No Banco do Brasil, entretanto, a direção prefere já há seis anos empurrar a questão com a barriga. Um grupo de trabalho chegou a ser criado em 2003, para discutir a criação de um Plano de Carreira e mudança no Plano de Cargos e Salários, alterado pelo banco em 1997 sem negociação com os trabalhadores. No entanto, o GT foi extinto, suas discussões engavetadas e, segundo declarações da diretoria do BB, o assunto está encerrado: o banco não pretende discutir um PCCS com os trabalhadores.

“São medidas autoritárias como essa que têm feito os funcionários do banco perderem o interesse em continuar na empresa”, analisa William Mendes, secretário de Imprensa da Contraf/CUT e funcionário do BB. “Essa diretoria não tem a capacidade de compreender que o que mantém um profissional por anos em uma empresa é um bom salário – que deveria ser bem maior do que o oferecido nos concursos do banco – e um PCCS que permita aos bancários vislumbrarem o crescimento na empresa de acordo com a competência de cada um. Sem isso, as pessoas vão continuar saindo e o banco perdendo bons profissionais.”

Fonte: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=14405

Postado por Erismar Carvalho, às 14h30.





Ceará será sede da Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira

9 09 2008

 

O PAPEL DA EDUCAÇÃO NA INTEGRAÇÃO LUSO-AFRO-BRASILEIRA

Está sendo criada uma universidade federal diferente e inovadora em todos os seus aspectos. Desde o objeto temático, a concepção, o público, o espaço e, especialmente, seus modelos acadêmicos originais. Trata-se da Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab), que terá sede em Redenção, no estado do Ceará.

A Unilab ministrará ensino superior de qualidade para brasileiros e estrangeiros, desenvolvendo pesquisas nas áreas de conhecimento associadas às temáticas que lhes serão próprias e promovendo a extensão universitária sem fronteiras. Como missão institucional específica, formará profissionais aptos para contribuir com a integração do Brasil com países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e com as demais nações da África.

Os cursos ministrados na Unilab serão tanto de formação inicial como continuada, preferencialmente, em áreas de interesse mútuo dos países da CPLP, com ênfase em temas envolvendo formação de professores, desenvolvimento agrário, gestão, saúde pública e demais áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento e a integração do bloco.

Os professores da Unilab serão selecionados mediante concursos públicos abertos a todos, de forma a estimular a diversidade do corpo docente, e versarão sobre temas e abordagens que garantam concorrência em igualdade de condições entre candidatos da CPLP, sempre conduzidos por banca com composição internacional. Da mesma forma, a Unilab contratará professores visitantes, por período definido, que tenham notória pesquisa ou produção docente afeta à temática dessa integração. Igualmente, a seleção dos estudantes seguirá os mesmos princípios, estimulando uma composição final que contemple a desejável diversidade, ainda que majoritariamente atendendo os brasileiros da região em que está instalada.

A universidade terá como meta 5 mil estudantes nos cursos de graduação, mestrado e doutorado, para o quadro de docentes de 300 professores, sendo constituído de 150 professores permanentes (efetivos) e de 150 professores temporários (visitantes).

A escolha de Redenção, no Ceará, a aproximadamente 60km da capital Fortaleza, não poderia ser mais feliz e apropriada. Com população em torno de 30 mil habitantes, encontra-se no meio de uma microrregião com mais de 100 mil pessoas que compartilham o orgulho comum de ter sido a primeira cidade brasileira a libertar todos os seus escravos. Em 1883, abolicionistas assistiram a libertação dos últimos escravos da região, proclamando a vila com o nome de Redenção, pioneira em libertar escravos no país. Tal história está ainda presente na conservação de importantes monumentos históricos, como senzalas, pelourinhos, igrejas, casas de senhores de engenho e museus.

Matéria completa: http://www.andifes.org.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 12h23.





Ensino: UFC é a 35ª no ranking das universidades brasileiras

9 09 2008

Depois da Universidade Federal, entre as instituições cearenses, vem a Unifor, em 86º lugar; Uece, em 78º; Urca, em 105º; e UVA, em 140º. Foram avaliadas 173 universidades. Entre as 1.144 faculdades isoladas e integradas e institutos, a FA7 é a melhor avaliada no Estado, em 73º lugar.

O Ministério da Educação (MEC) divulgou ontem a lista das melhores universidades do Brasil, segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), que engloba a qualidade dos cursos de graduação, mestrado e doutorado de cada instituição de ensino superior do Brasil. Foram avaliadas 173 universidades. No Estado, a Universidade Federal do Ceará (UFC) teve a melhor colocação e aparece em 35º no País. A Universidade de Fortaleza (Unifor) está em 86º lugar, seguida pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), em 78º, a Universidade Regional do Cariri (Urca), em 105º e a Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA), em 140º.

O MEC também avaliou 131 centros universitários – nenhum cearense – e 1.144 faculdades isoladas e integradas e institutos, tal como a Faculdade Sete de Setembro (FA7), que ficou em 73ª, a melhor colocação entre as cearenses. Seguiram melhores avaliadas a Faculdade Farias Brito, em 146º lugar; a Faculdade Christus em 158º; a Faculdade Integrada do Ceará (FIC), em 164º e a Faculdade Nordeste (Fanor), em 402º, todas de Fortaleza. Neste ranking, a pior avaliação no Ceará foi do Instituto Superior de Educação do Vale do Salgado, de Icó, que ficou na 1.141ª colocação.

O IGC foi divulgado pelo MEC em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). Foram utilizados no cálculo do indicador a média dos Conceitos Preliminares de Curso (CPCs) da instituição – componente relativo à graduação – e o conceito fixado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para a pós-graduação. A média dos conceitos dos cursos é ponderada, de acordo com o número de matrículas dos alunos entre os diferentes níveis de ensino (graduação, mestrado e doutorado).

Para esta primeira divulgação do IGC, foram utilizados os CPCs referentes às edições do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) no período de 2005 a 2007. O CPC considera, além de resultados de avaliação de desempenho de estudantes, infra-estrutura e instalações, recursos didático-pedagógicos e corpo docente. A nota da Capes é referente à avaliação do triênio de 2004 a 2006.

Do total de 1.837 instituições cadastradas no MEC em 2008, 78,8% têm IGC. As
que ainda não tiveram o seu indicador calculado são instituições novas, que não possuem concluintes em seus cursos e não têm a nota do Enade.

Matéria completa: http://www.opovo.com.br/opovo/brasil/818117.html

Postado por Erismar Carvalho, às 12h19.





Liberdade e autonomia sindical

9 09 2008

Representantes de 22 estados fundam o Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Federal na sede nacional da CUT

 ”Com a representação de 22 Estados e 595 votos a favor, pela primeira vez na história do movimento docente a nível nacional, teremos um Sindicato que, de fato, vai representar todos os professores do ensino público federal. Esse Sindicato ora formado é na verdade a consolidação de um trabalho de vários anos, que tem sido feito pelo Proifes-Fórum, fundado em outubro de 2004, e que desde então, tem defendido os professores em todas as instâncias em nosso país”, comemorou Gil Vicente Reis de Figueiredo, professor de matemática da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), recém-eleito presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Federal (Proifes-Sindicato).  

Composta pelas principais lideranças docentes do país, a diretoria eleita é também composta por Eduardo Rolim de Oliveira (UFRGS), vice-presidente; Eliane Leão (UFG), diretora administrativa; Elenize Cristina Oliveira da Silva (UFRR), vice-diretora administrativa; José Maria de Sales Andrade Neves (UFC), diretor administrativo e João Eduardo da Silva Pereira (UFSM), vice-diretor administrativo.

A fundação da nova entidade se dá num momento de completo esvaziamento da Andes (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior), esgarçada ao limite pela partidarização realizada pelo PSTU/Sem lutas. Como alternativa a esta instrumentalização, foi criado em 2004 o Proifes (Fórum de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior) que, desde então, tem encaminhado as reivindicações da categoria e comandado as mobilizações.

AVANÇOS E CONQUISTAS

“Em 2005, o Proifes defendeu os professores e conseguiu avanços importantíssimos, como a melhoria do percentual da AGED para os aposentados, aumento do incentivo titulação, reposição de perdas salariais. Em 2007 e 2008 conseguimos muito mais: participamos do Grupo de Trabalho Nacional para definir novas relações do Estado brasileiro com o conjunto dos trabalhadores do setor público, relação essa que passa pela obrigação do Estado de negociar com todos eles”, ressalta Gil Vicente. Para isso, lembra, “trabalhamos juntamente com a bancada sindical, que são quase 20 associações representantes de trabalhadores do setor público de todo o Brasil, produzimos um Projeto de Emenda Constitucional para criar obrigações do Estado – em todas as esferas, federal, estadual e municipal – de negociar com seus trabalhadores, e criamos dois PLs complementares. Além disso, participamos de uma campanha que representou avanços históricos para a nossa categoria e que resultou na imensa melhoria do teto salarial para todos nós, valorizando a nossa carreira, conseguiu que os professores do ensino básico e superior passassem a ter carreiras similares, com rendimentos e remunerações semelhantes pelo mesmo trabalho, o resgate dos aposentados… De maneira que este ato consolida o trabalho de todos nós durante todos esses anos, pois finalmente cria uma instância que nos representará e terá imenso sucesso. Viva o Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Federal”, comemorou Gil Vicente. Em sua intervenção na mesa, Gil fez um “agradecimento especial” à contribuição de Lúcia Reis, diretora nacional da CUT responsável pelo Escritório de Brasília: “é uma companheira que contamos sempre nos principais momentos e embates”.  

Ao fazer uso da palavra, Lúcia fez um breve histórico do processo de construção da nova entidade. “O Proifes ainda quando era Fórum encaminhou importante mobilização e articulação para que a negociação 2007/2008 já servisse para a valorização, para a recuperação dos salários, tratamento isonômico entre ativos e aposentados, aproximação das tabelas dos professores do ensino básico, médio e universitário. O Proifes hoje, com essa assembléia, consagra com a fundação desse Sindicato, um esforço que já vem de algum tempo. A CUT parabeniza todos os professores, foi um prazer participar desse processo e estar aqui. Espero que os professores recuperem a sua capacidade de mobilização e tenham na referência desse novo Sindicato um instrumento importante para a luta não apenas que diz respeito aos professores das universidades públicas federais, mas em defesa da educação pública, que é um instrumento fundamental para as mudanças que a gente tanto sonha para o nosso país”, destacou Lúcia.

Matéria completa: http://www.cut.org.br/

Postado por Erismar Carvalho, às 11h35.





Bancários não abrem mão de aumento real

9 09 2008

 

Na manhã de sexta-feira (05), dois grandes jornais do Rio de Janeiro – O Globo e JB – deram destaque ao estudo divulgado pelo Dieese que aponta queda no número de categorias que conquistaram aumento real no primeiro semestre de 2007 em relação aos anos anteriores.Em entrevista publicada pela Folha de São Paulo de 31 de agosto (domingo), Fábio Barbosa, presidente do grupo Santander-Real e da Febraban, fez a costura que anuncia negociações duras quanto às cláusulas econômicas reivindicadas pelos bancários. Repetindo a cantilena da elite, o executivo colocou o aumento da inflação como con-seqüência dos reajustes salariais. “A inflação está mostrando sinais de desaceleração, o que é muito bom. Estamos vivendo agora uma época de reajustes salariais e é importante que eles não contaminem a economia e dificultem esse processo de desaceleração de preços”, declarou Barbosa.

Mas o entendimento do Movimento Sindical e dos economistas pró-trabalhadores

não é este. Nestes segmentos, prevalece a tese de que é preciso dividir o bolo. A economia brasileira vem crescendo, a produção industrial e agrícola bate recordes, e quem produz esta riqueza tem direito a usufruir dela. “Os trabalhadores precisam fazer parte do crescimento econômico. Não adianta só a economia crescer, é importante distribuir renda. E isso se faz com aumento real”, defende Carlos Cordeiro, secretário geral da Contraf/CUT.

Em períodos de crise econômica aguda, a luta dos trabalhadores era pela recomposição do poder de compra. Agora, com o crescimento, a mobilização é necessária para ampliá-lo. No segundo semestre, três categorias com força política e numérica negociam seus reajustes: bancários, petroleiros e metalúrgicos. O recado que os cadernos de economia estão transmitindo é claro: com inflação alta, é mais difícil as empresas concederem aumento real e é bom que os trabalhadores se conformem com reajustes modestos. Mas os dirigentes do Movimento Sindical Bancário não estão dispostos a entregar os pontos.

“A produtividade da economia é maior que a inflação e isso só vai para o capital. Mesmo com o repique da inflação, só vamos fechar acordo com os banqueiros se houver aumento do poder de compra do bancário. O PIB do setor financeiro cresce muito mais que a média nacional. Nós defendemos que se faça distribuição desta riqueza através do aumento real dos salários. E uma conquista deste tamanho não vem sem mobilização. Por isso, é preciso que os bancários estejam preparados para ir à luta e construir uma greve forte”, convoca Carlos Cordeiro.

Fonte: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=14400

Postado por Erismar Carvalho, às 11h26.





9 09 2008

OU RECORDAÇÕES DE UM CALOTE INESQUECÍVEL

Publicado pelo Jornalista Ricardo Soares

http://todoprosa.blogspot.com/

 

Parte I : http://todoprosa.blogspot.com/2008/08/patrcia-saboya-na-tv.html

Parte II: http://todoprosa.blogspot.com/2008/09/patrcia-saboya-na-tv.html

Publicado por Erismar Carvalho, às 11h07.





Energia Eólica no Ceará

9 09 2008

DEZ USINAS ENTRAM EM OPERAÇÃO EM DEZEMBRO

A perspectiva é de geração de 325,33 MW, de um total de 500,53 MW contratados através do Proinfa

O Ceará entra definitivamente na rota dos ventos, na geração de uma nova matriz energética renovável. Calendário da Secretaria de Infra-estrutura do Estado (Seinfra), atualizada no último dia 4, sinaliza para até dezembro próximo, a inauguração de dez usinas de energia eólica (UEEs) no Estado, com a perspectiva de geração de 325,33 MW, de um total de 500,53 MW contratados através do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa).

O leque de inaugurações será aberto na próxima quinta-feira, na Praia das Fontes, em Beberibe, onde a EcoEnergy Internacional no Brasil inicia a fase de testes de comissionamento, de aceitação da planta geradora de sua primeira usina de energia eólica, no Estado.

Com potência instalada de 25,2 MW e capacidade anunciada para gerar até 90 MWhora/ano, a nova planta é o primeiro projeto integrante do Proinfa, no Ceará e o terceiro do País. Atualmente, outros dois projetos no âmbito do Proinfa estão operando no Rio Grande do Sul e na Paraíba.

Somados aos 17,2 MW de energia eólica gerados na Praia Mansa, em Fortaleza, a operacionalização da nova usina amplia para 42,2 MW a potência instalada no Estado, o equivalente a 3,5% da demanda total de energia elétrica do Ceará, da ordem de 1,2 GW, em média. Considerados os horários de pico, essa demanda varia de 1,45 a 1,6 GWhora/ano, no Ceará.

Matéria completa: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=570668

Postado por Erismar Carvalho, às 10h58.