Para reflexão…

27 08 2008

 “Os ricos não podem mais viver numa ilha rodeada por um mar de pobreza. Nós respiramos, todos, o mesmo ar. Devemos dar a cada um, uma chance, ao menos uma chance fundamental”.

(Ayrton Senna) 

 





Calendário de negociações da campanha nacional deste ano já está fechado

27 08 2008

 

Bancários e banqueiros definem mais quatro rodadas. Soluções de pendências sobre saúde abrem debates nesta quarta.

 

São Paulo – A primeira rodada de negociação entre bancários e banqueiros dentro da Campanha Nacional 2008 abriu com os debates sobre a extensão da 13ª cesta-alimentação a todos os bancários licenciados por motivo de saúde. A reunião, que teve início às 10h desta quarta-feira, prossegue na parte da tarde.

A 13ª cesta para os afastados é um dos temas que ficaram pendentes na última campanha, assim como a definição de quem será responsável por captar as denúncias de assédio moral no canal a ser criado para apurar os casos. Outra questão a ser analisada ainda neste primeiro bloco de pendências será a de estender o direito do plano de saúde a parceiros do mesmo sexo.

“Queremos que todos os compromissos sejam honrados. Não podemos fechar as negociações com divergências na redação das cláusulas da convenção coletiva, para evitar que os bancários tenham seus direitos desrespeitados”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato.

Calendário – No encontro desta manhã também foi estabelecido um calendário de negociações com mais quatro datas definidas: 2, 9, 16 e 23 de setembro. Em cada uma delas será mantida a negociação em bloco de reivindicações. “Queremos muito mais do que aumento real de salário dos bancos que acumulam resultados expressivos seja em rentabilidade, lucro, ativos ou recorde na concessão de crédito. As condições de saúde, com o fim do assédio moral e das metas abusivas, a extensão de direitos a bancários lesionados e a segurança no trabalho, são reivindicações prioritárias”, reiterou Marcolino.

Confira como serão as negociações por blocos
1º bloco (27 de agosto): pendências da Campanha Nacional 2007
2º bloco (2 de setembro): mesas temáticas de saúde, segurança e igualdade de oportunidades
3º bloco (9 de setembro): emprego, itens sociais e cláusulas renováveis
4º bloco (16 e 23 de setembro): remuneração total, o que inclui todas as cláusulas econômicas

 

Fonte: http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=8676

 

Postado por Erismar Carvalho, às 14h15.

 

 

 





CONTRIBUIÇÃO NEGOCIAL

27 08 2008

 

Projeto de lei consolida luta histórica da CUT e estabelece que até não-associados vão participar e votar em assembléias, diz Denise.

Presente desde o início na discussão do imposto sindical a secretária nacional de Organização da CUT, Denise Motta Dau, fala ao Portal do Mundo do Trabalho sobre a nova proposta de extinção do Imposto Sindical e Assistencial com Criação da Contribuição Negocial apresentada à CUT, no último dia 21 de agosto, pelo Secretário de Relações do Trabalho, Luis Antonio de Medeiros e o Ministro Carlos Lupi. Denise fala sobre alguns pontos do Boletim 47 publicado pela secretaria de Organização.

Que detalhe da proposta chama a atenção?
O detalhe que chama a atenção é a questão de os não associados terem direito a voto – em nenhum sindicato isso acontece. Agora, os não sindicalizados poderão participar  de uma assembléia de negociação salarial ou de uma campanha. Isso não existe na legislação da estrutura sindical brasileira tanto é que o artigo 612 da CLT, exige 2/3 de quórum para votação de acordos coletivos em assembléias, portanto, conta só com o associado.

Isso cria uma nova situação onde a democracia é radicalizada ao ponto de grupos de oposição interna ou externa participarem das assembléias para questionar a ação das direções?
Poderão, e na concepção da CUT isso é bom. É claro que quanto mais trabalhadores sindicalizados mais fortes serão os sindicatos mas entendemos que é importante manter a liberdade do trabalhador de não querer se filiar até porque no Brasil tem unicidade sindical. Muitas vezes, o trabalhador quer participar mas não concorda com a atuação política, com as negociações ou com o trabalho daquela entidade e não pode criar outra. Então, ao menos, está garantida a liberdade de ir para assembléia expressar o seu  descontentamento seja com a campanha salarial ou com sua prática.

Outra questão importante de ressaltar é que este não é um debate novo tem uma concepção política desde a fundação da nossa Central e que se reforça ao completar 25 anos. A discussão de que o imposto sindical deveria ser extinto e as demais  taxas compulsórias como a confederativa e assistencial tomou forma no Fórum Nacional do Trabalho. Desde lá, havia discordâncias mas conseguimos chegar nessa formulação ampla.

Havia na Proposta de Emenda Constitucional 369 a alteração do imposto e da unicidade sindical e a garantia do direito dos servidores públicos negociarem, enfim, tinha uma outra concepção de uma reforma democrática que não ocorreu, que previa punição aos empregadores por atos anti-sindicais, garantia de direito de organização a partir do Local de Trabalho – uma série de questões que infelizmente ficaram para paralisadas no Congresso Nacional. Esta é uma pequena parte da reforma que é fruto de um processo de diálogo nacional entre centrais sindicais e governo. Portanto, o envio do projeto é coerente com todo histórico de debate público que a CUT vem fazendo.

Mesmo envolvendo atores diferentes a formulação é muito próxima das concepções riginais da CUT?

A CUT teve uma capacidade de articulação e convencimento grande no Fórum Nacional do Trabalho. Foi um longo exercício de diálogo e de tolerância para chegarmos a essa formulação. Mais do que o debate de percentuais, embora estejam sendo distorcidos pela mídia que não leva em consideração a extinção  da taxa assistencial,  o importante é o debate da democracia e da liberdade do trabalhador (a).

Como fica a taxa confederativa?
Este projeto atual ainda não extingue a taxa confederativa esse será um segundo momento já firmado com o governo. Este projeto acaba com o imposto sindical e a contribuição assistencial. A confederativa por estar na constituição só pode ser extinta através de uma PEC. De qualquer forma para nós o mais importante é a taxa assistencial porque ele é descontado, praticamente, de forma compulsória inclusive de quem não é sindicalizado. Já a confederativa é descontada somente de quem é sindicalizado e é a menor arrecadação.

A extinção do imposto sindical e assistencial consolida em um projeto de lei uma luta histórica da CUT de um financiamento mais democrático do movimento sindical. Ainda falta muita coisa mas sem dúvida é um passo rumo a uma estrutura sindical mais livre e democrática onde os trabalhadores tenham de fato uma atuação onde sejam sujeitos de sua ação em momentos de decisões políticas importantes e com isso possam construir sua própria história.

Fonte: www.cut.org.br

Postado por Erismar Carvalho, às 12h37.





Contador de assaltos já está disponível no portal da Contraf/CUT

27 08 2008

Já está no ar no portal da Contraf/CUT o contador de assaltos a bancos, que vai facilitar o registro de ocorrências em todo o país. A intenção é criar e divulgar uma estatística o mais confiável possível sobre os riscos a que estão expostos bancários, vigilantes, clientes e usuários.

As informações sobre os crimes ou tentativas deverão ser enviadas à Contraf/CUT, que fará a compilação dos dados (clique aqui para acessar o formulário padronizado para o envio das ocorrências). Informações preliminares serão expostas rapidamente no portal da confederação (clique aqui para conhecer os dados enviadas até agora). Mensalmente, será divulgado um relatório detalhado sobre as ocorrências e a situação de segurança nas agências e postos de atendimento bancário em todo o país.

“Estes dados serão importantíssimos para que possamos elaborar propostas para melhorar as condições de segurança nos locais de trabalho e para que possamos pressionar os bancos nesse debate”, afirma Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf/CUT. “Mas isso só vai acontecer se todos os sindicatos participarem da coleta de informações. Vamos mostrar para a sociedade o tamanho do descaso com que a segurança de bancário, vigilantes e clientes é tratada pelo setor bancário”, sustenta.

Fonte: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=14275

Postado por Erismar Carvalho, às 11h47.





Campanha Salarial dos Bancários 2008

27 08 2008

‘Queremos estabelecer um calendário de negociação e de mobilização’, diz Vagner Freitas.

Vagner Freitas, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, fala nesta entrevista sobre as expectativa das negociações com os banqueiros e qual a estratégia que os bancários vão propor na mesa da Fenaban.

Qual a expectativa para as negociações?
Vagner Freitas
- A expectativa é positiva e estamos apostando no processo de negociações. Os bancos estão batendo novos recordes de lucro, mostrando por exemplo uma rentabilidade muito superior à dos bancos norte-americanos como a imprensa tem divulgado, e não há razão para os banqueiros não aceitarem as reivindicações dos bancários. Mas para isso é preciso uma mobilização muito grande da categoria porque os bancos só negociam sob pressão.

E como o Comando pretende conduzir as negociações?
Vagner
- Queremos estabelecer um calendário de negociações com os banqueiros, repetindo a estratégia do ano passado, de discussão por mesas temáticas, que foi muito produtiva. E pretendemos, antes de mais nada, concluir as discussões das mesas temáticas do ano passado que ficaram interrompidas porque foram atropeladas pela discussão dos temas econômicos: saúde e condições de trabalho, igualdade de oportunidades e segurança bancária. É importante que logo no início estabeleçamos um calendário, com tempo definido de discussão de cada tema.

Os bancos, e outros setores empresariais, têm levantado o fantasma da crise e da volta da inflação. Isso vai dificultar a campanha este ano?
Vagner
- Esse é o discurso dos setores conservadores da sociedade, com grande destaque na mídia. Mas não podemos cair nessa conversa. A inflação dos últimos meses não tem nada a ver com demanda e com salário. Foi uma inflação importada, produzida pela alta dos preços de alguns produtos agrícolas e petróleo, mas os seus efeitos já estão diminuindo. Além do mais, o setor financeiro não tem o direito de falar em crise. Está em plena expansão, batendo novos recordes de rentabilidade, e tem total condições de atender às reivindicações dos bancários.

Mesmo nas questões econômicas?
Vagner
- Principalmente nas questões econômicas. Na década passada, os bancários ficaram oito anos tendo reajustes iguais ou abaixo da inflação. Nos últimos quatro anos estamos recompondo aos poucos o poder de compra dos salários, com a conquista de aumentos reais. Essa é a mesma estratégia para este ano. Não vamos nem discutir inflação. Queremos aumento real de salário, para que os bancários se apropriem de uma parte da rentabilidade construída com seu trabalho. Queremos maior participação nos lucros, valorizar os pisos salariais e acabar com as metas abusivas e com o assédio moral.

E as negociações das questões específicas dos bancos federais?
Vagner
- Não queremos repetir o que aconteceu nos dois últimos anos, quando as negociações específicas com o Banco do Brasil, com a Caixa, com o Basa e com o BNB só começaram de fato depois do acordo com a Fenaban. Este ano queremos que as negociações específicas sejam feitas concomitantemente com a da Fenaban.

Este ano haverá mesa única nas negociações com a Fenaban?
Vagner
- Construir a unidade sempre foi o nosso objetivo. Reiteramos nosso apelo e esperamos que todas as confederações e centrais sindicais, inclusive a Contec e a Conlutas, estejam sentadas à mesa única de negociações com a Fenaban, nesta quarta-feira. As cadeiras delas estarão reservadas. A unidade da categoria está acima de eventuais diferenças entre as diferentes concepções sindicais. Queremos que na mesa estejam de um lado os bancários unidos, e do outro os banqueiros.

Fonte: http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=14272

Postado por Erismar Carvalho, às 11h26.





FGTS: mais verba para casa própria

27 08 2008

Um dos motivos para elevar volume de recusos ao setor imobiliário foi o aumento na arecadação do FGTS

São Paulo. O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou ontem o aumento de R$ 2,05 bilhões no seu orçamento destinado para financiamentos habitacionais. Desse valor, R$ 500 milhões devem ir para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo.

Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões.

Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e a municípios que tenham projetos na área habitacional destinado à população de baixa renda. Um dos motivos para essa elevação no volume de recursos destinado ao setor imobiliário foi o aumento, acima do esperado, na arrecadação do FGTS.

Hoje, o Conselho Curador — formado por representantes do governo, de empresas e de sindicatos de trabalhadores — elevou de R$ 2,7 bilhões para R$ 6,7 bilhões sua projeção para a arrecadação líquida — já descontados os saques — do fundo neste ano.

Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, essa elevação reflete o aumento na geração de empregos com carteira assinada no país, o que significa crescimento também no número de pessoas contribuindo para o fundo. ´Nada mostra com tanta força a criação de empregos do que isso [o aumento na arrecadação do FGTS]´, comemorou Lupi.

Leia a matéria completa: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=567060

Postado por Erismar Carvalho, às 11h15.





Negócios: 11 grandes lojas na Capital até o fim do ano

27 08 2008

Dentre as já confirmadas estão as inéditas Calvin Klein, Farm, Animale e Fast Shop no Iguatemi

Desenvolvimento econômico que atrai novas grandes lojas para Fortaleza. Até agora, pelo menos 11 novos estabelecimentos de peso nacional e até internacional estão confirmados para adentrar o mercado de Fortaleza até o fim do ano. No Iguatemi (no piso 2 da expansão, onde situavam-se as bilheterias do Multiplex) acabam de ser confirmadas as seguintes: a americana Calvin Klein; a perfumaria, também de grife, Animale; a Fast Shop, que vende eletroeletrônicos, telefonia, dentre outros; e a marca carioca de roupas femininas, Farm. Todas com inauguração prevista para até novembro.

No Shopping Via Sul confirmadas como lojas-âncora estão: Centauro, C&A, Marisa, Riachuelo, Lojas Americanas e Rabelo. Já o endereço nobre, da Avenida Antônio Sales esquina com a Rua Tibúrcio Cavalcante, que abrigou a Padaria Napolitana, mas, que há muito encontrava-se fechado, agora, receberá uma filial da Macavi. A rede que comercializa eletrodomésticos e móveis, atualmente com presença em 20 municípios cearenses e em Parnaíba (PI), deverá inaugurar sua segunda loja na Capital até o Natal deste ano no endereço nobre e valorizado do ponto de vista imobiliário.

Por outro lado, o potencial da Capital para receber lojas de grandes cadeias de diversos segmentos, extrapola a capacidade de empreendimentos até agora anunciados. ´O setor de eletrodomésticos, por exemplo, está em plena ascensão. Fortaleza ainda comporta de 20 a 30 novas lojas do tipo, distribuídas em bairros ainda pouco explorados´, ressalta o presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves.

De acordo com ele, locais como o Bairro de Fátima, José Wálter, Bom Jardim, Barra do Ceará, Antônio Bezerra, Maraponga, Parque Araxá e Conjunto Ceará ainda têm espaço para serem explorados fortemente, não apenas pelo setor de Construção Civil. ´Esses bairros, antes considerados secundários, hoje não são mais. Tem força econômica, sobretudo com a melhoria do poder de renda da Classe C, mas, as grandes cadeias ainda precisam enxergá-los´, observa Alves.

Se em setembro do ano passado, havia perspectiva de as vendas do comércio varejista fortalezense crescerem entre 5% e 6% naquele ano, mas, teve como resultado consolidado 8% de incremento; em 2008, com uma ´febre´ de acesso ao crédito favorecendo, espera-se, pelo menos, igual patamar contabilizado em 2007.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/

Postado por Erismar Carvalho, às 10h38.





Eleições 2008: Número dos candidato ainda é pouco conhecido

27 08 2008

Fortaleza – A maioria dos eleitores de Moroni Torgan (DEM) e Patrícia Saboya (PDT) ainda não sabe que número deve digitar na urna eletrônica para votar nos candidatos

Os eleitores que declararam intenção de votar na prefeita e candidata à reeleição, Luizianne Lins (PT), são os que têm maior conhecimento do número que devem digitar na urna eletrônica para confirmar voto na petista. Pesquisa O POVO/Datafolha mostra que 58% dos entrevistados que declararam voto em Luizianne sabem o número da candidata. O percentual dos eleitores da candidata que admitiram não saber o número foi de 39%. Outros 2% achavam que sabiam o número, mas citaram a informação errada.

Entre os eleitores de Moroni Torgan (DEM), menos da metade já sabe que nome deve digitar na urna eletrônica: 47%. Outros 46% disseram não saber o número. E houve ainda 7% que disseram o número errado.

Dos três candidatos que lideram as intenções de voto, Patrícia Saboya (PDT) é quem tem o número menos conhecido entre seus eleitores: 36% acertaram o número que devem digitar na urna eletrônica para votar na pedetista. O percentual dos eleitores declarados de Patrícia que disseram desconhecer seu número foi de 57%. Outros 6% erraram o número.

A pesquisa foi realizada nos dias 22 e 23 de agosto, no fim da primeira semana de horário eleitoral no rádio e na televisão. Foram ouvidos 814 eleitores e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE) com o número 82961/2008, autos 406.

Expectativa
Para 42% dos eleitores entrevistados pelo Datafolha, Luizianne será reeleita prefeita de Fortaleza. Outros 24% acreditam que, independentemente da intenção de voto, Moroni é o favorito para vencer a disputa para prefeito. Patrícia foi citada por 15% dos eleitores como a favorita para vencer a eleição. Houve ainda menções a Luiz Gastão (PPS), Aguiar Jr. (PTC) e Renato Roseno (PSol), mas nenhum deles alcançou 1% das respostas de eleitores que acreditam que serão vitoriosos nas eleições de outubro.

NÚMEROS

58% – dos eleitores de Luizianne sabem o número da candidata

47% – dos eleitores de Moroni sabem o número do candidato

36% – dos eleitores de Patrícia sabem o número da candidata

VITÓRIA

Na sua opinião, quem vai ganhar as eleições para prefeito de Fortaleza?
Luizianne Lins (PT) – 42%
Moroni Torgan (DEM) – 24%
Patrícia Saboya (PDT) – 15%
Não sabe – 18%

Fonte: http://www.opovo.com.br/opovo/politica/814986.html

Postado por Erismar Carvalho, às 10h21.